Vice-Presidente
Ricardo Freitas
Ricardo, tu és cofundador, membro do conselho de administração e responsável pelo treino da GFS | Global Flight School, qual a tua motivação para entrares neste projeto?
Eu acredito que este é o projeto certo com as pessoas certas. Há já muito tempo que sonhava poder iniciar um projeto deste tipo. Uma escola de aviação em que pudesse aplicar todo o conhecimento adquirido ao longo da minha vida.
Eu gosto mesmo do treino na aviação! Criar e desenvolver um projeto como este implica muito trabalho e empenho mas, como gosto do que faço – esta paixão está sempre comigo – este desafio é extraordinariamente motivador.
Qual é a sua experiência na aviação antes de entrar no treino de voo?
Quando tinha 20 anos entrei para a Força Aérea com o objetivo de ser piloto. Como, entretanto, não abriram vagas para o curso de Piloto, acabei por fazer um curso de técnico de manutenção, ao qual dediquei 2 anos. Apesar de terem sido bons tempos, e os conhecimentos adquiridos relevantes para a vida de piloto, este não era o meu objetivo.
Assim, deixei a Força Aérea para fazer o curso de Piloto de Linha aérea na escola de aviação AEROCONDOR em Tires. Para mim foi o início de tudo.
Porque é que te dedicaste ao treino quando há tanta oferta por parte das companhias aéreas com carreiras bem remuneradas?
De facto, muitas foram as oportunidades mas, primeiro, não gosto de viajar muito e em segundo, porque realmente gosto muito de ser instrutor – eu adoro voar mas também adoro ensinar. O ensino permite-me passar o meu conhecimento, a minha experiência e a minha visão aeronáutica para os outros, o que é muito recompensador e motivante, daí esta minha paixão. Descobri tudo isto há muitos anos e, tendo sido sempre bem remunerado, não havia porque não seguir esta carreira profissional.
O que é que gostas mais no voo?
Tudo! É voar – Eu Adoro!
Continuas apaixonado pela aeronáutica?
Completamente! E acho impossível que mude.